Quarta-feira, Maio 23, 2012
Segunda-feira, Abril 30, 2012
Sábado, Abril 28, 2012
A sério
Uma das grandes diferenças que caracterizavam o Miguel Portas face aos grupo de "políticos" que se dizem "governantes" é que o Miguel representava realmente os interesses dos cidadãos eleitores, e não os interesses dos grandes grupos financeiros ou da própria classe política a que logicamente pertencia.
Abril está morto
A crer que as eleições são realmente "livres", então o Povo é o grande responsável pelo estado a que chegaram as coisas. As elevadas taxas de abstenção e a imbecilidade de votar sempre nos mesmos em regime de rotatividade, originou o contexto actual. Penso que só uma viragem maciça à Esquerda poderá inverter o actual regime de ditadura económica e financeira disfarçado de democracia. E votar à Esquerda é votar no Bloco ou no PCP, já que o PS já há muitos anos que não é um partido de Esquerda. Um maior equilíbrio de forças no Parlamento, teria sido a única coisa que teria impedido os lacaios de Bruxelas e dos grandes interesses económicos de proceder ao autêntico assalto que estão a efectuar ao país e aos cidadãos. Mas este povo, infelizmente, é do mais ignorante e conformado da União Europeia. E é precisamente por este facto que é roubado, enganado e gozado há anos pelos governantes que há muito deixaram na realidade de representar os cidadãos para representarem apenas os grandes interesses económicos e financeiros. Os mesmos aliás que lhes garantem os grandes tachos pós-mandatos, as fortunas off-shore, etc. Estamos a viver um contexto surreal.
Abril, está morto.
Quinta-feira, Abril 19, 2012
Quinta-feira, Abril 05, 2012
Segunda-feira, Fevereiro 06, 2012
Mudanças
Antigamente os cartazes nas ruas, com rostos de criminosos, ofereciam recompensas...
Hoje em dia, pedem votos.
Hoje em dia, pedem votos.
Quinta-feira, Janeiro 05, 2012
Largo José Sócrates
Hoje, o Largo de Mompilher (ao cimo da rua da Picaria) acordou com uma nova denominação.
Na parede do edifício do Bar Candelabro, foi colocado, durante a noite, um painel de azulejos.
Claro que é no Porto, cidade invicta e orgulhosa, que não deixa de dizer o que tem de ser dito.
Não sei quem foi o autor da ideia mas o prémio de originalidade vai direitinho para ele.






